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domingo, 12 de outubro de 2014

As maravilhas da linhaçaUltimamente a linhaça tem ganhado cada vez mais espaço na alimentação da população em geral. E não é sem motivo. Esta poderosa semente proporciona grandes benefícios a nossa saúde.

Fonte de ômega 3 e 6, é um importantíssimo antioxidante, além de rica em fibras e gorduras insaturadas. Mas seus benefícios não param por aí…

Benefícios da linhaça


ÓTIMA PARA O CORAÇÃO

Por ser rica em ômega-3, é ótima na prevenção de doenças cardíacas. A linhaça atua no combate à formação de coágulos e ainda ajuda a diminuir as taxas do colesterol ruim, além regular a pressão arterial.

ATUA NO SISTEMA IMUNOLÓGICO E NA SAÚDE DOS OLHOS

Todos os derivados da linhaça são positivos para o corpo. O óleo de linhaça, por exemplo, é ótimo para tratar inflamação ocular e deficiência lacrimal.
Por atuar como antioxidante, é essencial para fortalecer o sistema imunológico e assim, prevenir nosso corpo de algumas doenças.

AMENIZA OS SINTOMAS DA TPM

O consumo regular da linhaça atua diretamente no controle hormonal, devido a substâncias como lignanas, que atuam de forma similar ao estrógeno, hormônio feminino.
Quando as mulheres encontram-se na tensão pré-menstrual a linhaça trabalha de forma natural para fazer a reposição hormonal.

MAIS ENERGIA

A linhaça tem a capacidade de acelerar o metabolismo, dando mais energia ao corpo, recuperando a fadiga muscular.

MELHORA A PELE

Há quem se engane ao pensar que a linhaça faça bem somente ao organismo humano. A semente é ótima também para a pele. É capaz de hidratar a pele e torná-la mais saudável.

EQUILIBRA NUTRIENTES NO ORGANISMO

Quando se consome sódio em excesso, aumenta-se o risco de doenças cardiovasculares. Mas ao incluir a linhaça em sua alimentação, o consumo auxilia os rins a excretarem o sódio acumulado, evitando a retenção de líquidos.

AJUDA NO EMAGRECIMENTO

A presença de ácidos graxos, como ômega 3 e 6, ajuda na reversão do processo inflamatório do hipotálamo que ocorre quando comemos gordura saturada, encontradas em fast food, derivados do leite e carnes vermelhas.
Com a inflamação desta região, os neurônios acabam morrendo, facilitando o consumo excessivo de alimentos.


Deliciosa receita de molho de linhaça


Já que falamos tanto sobre os benefícios desta semente, nada melhor do que uma boa receita para aproveita-la de maneira bem simples e eficaz.

Ingredientes

1 dente de alho
1 colher de sopa de manjericão picadinho
2 colheres de sopa de vinagre de maçã
1/2 xícara de chá de azeite
1/2 xícara de chá de sementes de linhaça
Sal e pimenta do reino branca a gosto.

Seu preparo é simples e rápido. Basta bater todos os ingredientes no liquidificador e pronto. É só servie abusar da criatividade,http://cdn.melhorcomsaude.com/wp-content/uploads/2013/10/as-maravilhas-da-liha%C3%A7a1.jpg

sábado, 11 de outubro de 2014

O que você pode fazer para mudar o mundo

Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo…
Cuide da saúde do planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais ou desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e conseqüências de sua exploração.
Seja responsável, não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres.
Acredite em um mundo melhor. Coragem, honestidade, sinceridade, fé e esperança, são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua honra e caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo.
Tenha humildade, faça o bem, trabalhe. Não tenha medo de errar. Com humildade se aprende, fazer o bem atrairá o bem para você mesmo e trabalhando valorizarás o suor do teu esforço para alcançar seus objetivos.
Busque a verdade, a perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida. Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela justiça, paz e amor. Um mundo justo é pacífico. E onde há paz, pode-se estar preparado para viver um grande amor.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Compreensão, paciência e carinho são os melhores ingredientes para que seu filho mais velho não morra de ciúme do irmãozinho que acaba de nascer Publicado em 31/08/2012 Reportagem: Lígia Menezes / Edição: MdeMulher

Toda família que cresce sofre com o mesmo problema: a chegada de um novo membro costuma abalar os sentimentos do filho mais velho. Para que o ciúme infantil não prejudique a convivência familiar nem o desenvolvimento e o aprendizado das crianças, os pais precisam entender e controlar a situação.
Voltar a usar fraldas, choramingar por qualquer coisinha, querer dormir na cama dos pais são três sinais clássicos do ciúme infantil. E eles surgem principalmente nos primeiros meses após a chegada de um novo membro na família - um período em que ganhar um irmãozinho, aos olhos dos pequenos, pode ser assustador.
Veja o que fazer para sua família viver essa fase de maneira tranquila.
Crianças de todas as idades sofrem com esse problema?
Quanto mais nova, mais sensível às mudanças de comportamento a criança será. Mas isso também pode acontecer com as crianças mais velhas.
A faixa etária que sente mais dificuldade vai de 2,5 a 4 anos - período em que o mundo da criança é a família e nada mais. "Passada essa fase, o mundo dela se amplia com a entrada na escola. Ela estabelece laços com outras pessoas e isso facilita a hora da chegada do irmão", diz a psicóloga Simone Moraes de Ávila.
4 sinais clássicos de que a criança está com ciúme
Birra: Ele não quer mais ir à escolinha, diz que a professora não gosta mais dele e que não tem amigos lá. Tudo é desculpa para ficar em casa, agarrado com a mãe.
Isolamento: Fica sozinho, em silêncio, desanimado. Muitos pais, quando observam esse comportamento, entendem que não há ciúme e que a criança está lidando bem com a chegada do irmão. Ledo engano. Isolamento também pode indicar ciúme!
Agressividade: Tenta bater no bebê, puxar o cabelo e até jogar algum objeto na direção do irmãozinho. A agressividade também pode ser com a mãe, reclamando de tudo o que ela manda fazer ou até atirando coisas nela e tentando bater.
Regressão: Quer voltar a usar chupeta e mamadeira, regride na fala, volta a molhar a cama à noite (se já havia controlado essa etapa), quer voltar a dormir no berço, mesmo já tendo uma caminha... Faz de tudo para chamar atenção.
Veja o que fazer para controlar a situação
Não brigue: Evite brigar e colocar a criança de castigo toda vez que for desobediente nesse momento. Isso só vai aumentar o ciúme que ela sente do irmão. Converse bastante, explique. "Faça a criança se sentir amada, realce suas qualidades e a inclua nessa mudança de vida, até mesmo nas escolhas que dizem respeito ao bebê", sugere Simone.
Siga a rotina: Dedique alguns momentos do seu dia apenas a seu filho mais velho. Brinque com ele e não mude a rotina: se antes você contava história para ele dormir, mantenha o mesmo hábito. É importante também evitar mudanças radicais na vida da família, como promover uma mudança de quarto ou matricular seu filho mais velho numa escola. Essas modificações devem ser feitas bem antes do parto ou meses depois da fase de adaptação com o bebê. Assim, as perdas não serão associadas à chegada do irmãozinho.
Evite comparações: Apesar de ser difícil, evite fazer comparações entre os dois filhos do tipo: "ele dorme mais do que você", "é mais calminho do que você quando era bebê", "tem mais cabelo do que você tinha". Cada ser humano é único e tem seu próprio valor.
Peça colaboração da família: Quando os parentes forem visitar o bebê, recomende a eles que também conversem e brinquem com seu filho mais velho.
Dê responsabilidades: Peça ao mais velho que ajude nas tarefas relacionadas ao bebê, como olhá-lo por alguns minutos. Isso melhora o convívio entre os dois.

É notório que muitos irmãos são verdadeiros amigos, ao passo que alguns, se não são declarados, são camufladamente “inimigos”, ou pelo menos adversários. O ciúme entre o irmão mais velho e o irmão mais novo pode chegar a extremos. Precisamos estar atentos e tomar cuidado com nossa atitude como pais. A comparação é uma das atitudes que devemos evitar. Portanto, avalie qual tem sido seu comportamento em relação à comparação, e esteja pronto para mudar!

Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, como: ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc. , pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. O ciúme, é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente, em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho.
Muitos pais chegam mesmo a dizer ao filho, que o ciúme é feio, que não deve nunca existir em relação ao irmãozinho e que esse irmãozinho veio para brincar com ele, ser seu amigo e companheiro nas brincadeiras. Isso é verdade, mas existe também uma outra verdade que nunca dizemos, mas sabemos. Esse irmão veio para dividir com ele o amor da mãe, do pai, dividir a casa, às vezes o quarto, os brinquedos, a atenção dos parentes, etc.
A criança percebe essa verdade, no momento em que a mãe chega da maternidade com o bebê no colo. O colo já começa a ser dividido desde então. O ciúme nesse caso, é esperado e, portanto, normal. O anormal seria que esse irmão mais velho não sentisse rivalidade nenhuma por esse bebê que chega e o tratasse amigavelmente. Caso isso acontecesse, poderíamos dizer que essa atitude seria estranha e preocupante porque não faz parte da índole da criança, e que obviamente, ela deveria demonstrar esse ciúme alguns momentos.
Tanto o ciúme quanto a inveja, quando intensos, são fonte de grande ansiedade. O ciúme na criança, quando não é muito forte, é característica normal da persona1idade. Envolve rivalidade sadia e quando surge no relacionamento com irmãos, é um treino preparatório da fase competitiva, que mais tarde ela precisará enfrentar no ambiente social e profissional.
As manifestações mais comuns do ciúme são a hostilidade e o ódio. A hostilidade pode oscilar entre leves manifestações de implicância e pequenas agressões até uma completa intolerância para suportar a presença do irmão; onde o desejo é o de “eliminar” o objeto odiado.
O ciúme pode, também, se manifestar de maneira indireta:a criança experimenta ansiedades, dirigindo sua hostilidade abertamente contra o irmão. Pode voltá-la contra si mesma, ou contra o ambiente.
Pode haver também uma regressão: manha, revolta, agressão contra os pais, inapetência (falta de apetite), fracasso nos estudos ou recusa em crescer (independência). Quando essa fase se estende muito, pode ameaçar o equilíbrio da personalidade infantil, levando a distúrbios, como: sinais de ambivalência e indecisão, dificuldade em tarefas que exijam capacidade de abstração ou chegar a conclusões com clareza.Como característica do comportamento desse irmão ciumento, pode surgir o oposicionismo que é dirigido contra os pais. Por exemplo: os pais gostariam que ele fosse bom aluno, fosse disciplinado, etc. e a criança reage ao contrário, opondo-se a essa expectativa e assim atraindo a atenção tão desejada dos pais.
Existem também os mecanismos passivos: a criança interioriza sua hostilidade, mas é vítima de maior carga ansiosa. Aparecem os tiques nervosos, a fala “tate-bi-tate” (em idade em que a linguagem já tenha sido estabilizada e a criança já venha se expressando com facilidade). Volta a molhar a cama ou querer que lhe dê comida na boca.
Outra forma passiva, é quando a criança fica apática, apagada, preguiçosa, sem entusiasmo. Pode bloquear-se afetivamente, sufocando junto com a inveja e o ciúme, o amor. Deixa de ter reações amorosas com familiares e irmãos. Desde que a afetividade e a inteligência estão intimamente ligadas e interdependentes, a produção e o rendimento dessa criança costuma ser precário.
Outro mecanismo passivo, é a própria desvalorização. A criança acha-se inferior e, portanto, se anula. Essa atitude determina reações depressivas que são autodestrutivas. Deve-se, nesse momento, canalizar essa agressividade adequadamente, valorizando seus sucessos numa escolinha de natação, ou outra atividade qualquer onde a criança se destaque com desenvoltura. Ela deve ser estimulada a fazer novas amizades e a freqüentar outros lugares diferentes daqueles do irmão. As comparações, obviamente, devem ser evitadas. Inevitavelmente, elas ocorrerão, mas espera-se, vindas de fora.Dizer que um dos irmãos é mais inteligente, mais carinhoso, etc., não servirá de estimulo ao outro irmão; muito pelo contrário, só fará com que ele se sinta humilhado e inferiorizado. Mais tarde, é provável que se torne num adulto que se julgue pouco inteligente ou pouco afetuoso, bloqueando-se nessas áreas; o que não é incomum. Com freqüência encontramos adultos ou adolescentes que se julgam feios, incapazes ou pouco criativos porque sempre foram comparados ao irmão. Comparações desse tipo minam traços do caráter da criança e podam seu desenvolvimento.
Outra situação de rivalidade pode surgir, quando um filho é mais rebelde do que o outro. O rebelde é sempre alvo de maior controle em relação a estudo, tipos de brincadeiras e raramente é deixado sozinho por muito tempo. O outro filho sente-se rejeitado e pouco importante. O filho que não dá trabalho, que é responsável, que é dócil, deve receber a mesma atenção cuidadosa, com tempo especial também para conversas e brincadeiras.
Não quero dizer que o ciúme e a inveja precisem ser apagados e impossibilitados de aparecerem. Em diferentes situações eles aparecerão, mas bem solucionados não trarão conseqüências desastrosas como as acima.
Como podem ser bem solucionadas?
Uma solução, está no que se refere às personalidades dos filhos.
Os pais devem identificar e realçar as características positivas de cada um.
As habilidades e talentos devem ser sempre valorizados e nunca comparados.
Quando um dos filhos é mais carinhoso, mais amoroso com os pais, geralmente os conquista com mais facilidade. Os pais se “derramam” na resposta desse afeto e tendem a comparar tal procedimento com a frieza e distância do outro filho. Essa característica, quando é observada por familiares e amigos, em vez de estimular essa afetividade, só ajuda a reprimi-la.
Lembre-se que, a habilidade e o equilíbrio de elogios e estímulos, é uma excelente alavanca para fortalecer e ajudar os filhos a suportarem suas diferenças.
Artigo publicado originalmente na revista Casal Feliz (Ano XII – no.46)
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Veja, também, este artigo:
O que fazer para que o filho mais velho não morra de ciúme do irmãozinho?
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sábado, 29 de dezembro de 2012

4 passos que estimulam a solidariedade entre as crianças

A solidariedade precisa ser trabalhada nas crianças todo dia, em casa e também na escola. Só assim elas aprenderão o quanto é importante ajudar o próximo

Publicado em 17/02/2012
Reportagem: Ana Lúcia Neiva e Ana Carolina Carvalho - Edição: MdeMulher

Ser solidário é benéfico ao coração e ao sistema imunológico
Foto: Getty Images

"A gratidão de quem recebe um benefício é sempre menor que o prazer daquele que o faz", já dizia sabiamente o escritor Machado de Assis no conto Almas Agradecidas, na Série Bom Livro (Ed. Ática). Estudos mostram que após a pessoa promover uma atitude solidária, o cérebro libera a substância endorfina, provocando sensação de felicidade.
Exercício diário
Segundo a educadora Luciene Tognetta, o conceito de solidariedade nas escolas deve ser construído por meio do convívio social, dia após dia, pois é no cotidiano que as crianças desenvolvem as virtudes. "Por exemplo, quando há conflito entre dois alunos, o professor deve promover o diálogo entre eles: ao se expressarem e dizerem o que os incomoda eles aprendem a olhar o outro com generosidade", explica Luciene.
Mas a família também tem papel fundamental na construção desse caráter. "É preciso que a criança sinta a união de pais e irmãos e os vejam praticando a solidariedade entre eles mesmos", comenta o psicoterapeuta e educador Leo Fraiman. Fisiologicamente, fazer o bem é muito saudável: estudo realizado pela Universidade de Harvard (EUA), com cerca de 2700 pessoas, apontou que ser solidário e praticar algum trabalho voluntário é benéfico ao coração e ao sistema imunológico, além de aumentar a expectativa de vida. Está aí um bom motivo para desenvolvermos a solidariedade desde a infância.
Para que o seu filho se torne um cidadão do bem - daqueles que auxiliam alguém a atravessar a rua, doam, emprestam... -, ele precisa ser motivado desde a infância. Veja como incentivá-lo:
1. Ensine a compartilhar
As crianças estão discutindo por um brinquedo? Simplesmente tire-o delas e diga que você só o devolverá quando elas entenderem que devem brincar juntas ou aprender a emprestar. "Para não ter dor de cabeça, muitos pais preferem resolver o problema comprando um brinquedo igual para cada filho, reforçando o individualismo e gerando o egoísmo. O distanciamento das pessoas faz com que elas nunca enxerguem as necessidades do outro", diz o psiquiatra Içami Tiba .
2. Encoraje as iniciativas solidárias
Caso a escola esteja promovendo alguma ação solidária, estimule seu filho a participar. Melhor: pai e mãe devem se informar sobre o projeto e verificar como podem colaborar efetivamente. "Contribuir apenas com dinheiro é algo muito cômodo, preguiçoso. É importante que os pais expliquem para as crianças o significado de vestir a camisa, se engajar", avisa Fátima Balthazar, arte-educadora e assessora pedagógica especialista em valores humanos. Acima de tudo, mostre que devemos fazer o bem incondicionalmente, sem esperar nada em troca.
3. Não trabalhe pela criança
A sua não colaboração pode acontecer numa situação simples, como não ajudá-lo a arrumar a bagunça dos brinquedos. É importante que o pequeno entenda que cooperar com a mãe e o pai para manter a casa em ordem é ser solidário. Ensine que cada um deve dar o melhor de si para o outro e que quando a gente se ajuda todo mundo sai ganhando.
4. Evite comparações
Se você tem um filho solidário e o outro não, respeite o jeito de agir de cada um e trabalhe para mudar o cenário. Observe com atenção o cotidiano da criança menos solidária e, ao perceber qualquer atitude generosa dela, elogie e a faça entender que aquilo é solidariedade. Mostre o quanto a outra parte ficou feliz e o bem-estar que ela própria acabou sentindo. Incentive-a a agir mais assim.

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Dicas de como lidar com o ciúme entre irmãos

O relacionamento com um irmão é uma fonte de conflitos. Mas a competição pode ser atenuada quando os pais valorizam os sentimentos de tolerância e respeito

Publicado em 09/03/2012
Edição: MdeMulher


Uma das tarefas mais difíceis na educação dos filhos é lidar com o ciúme entre irmãos. Fazemos o possível para demonstrar o amor que temos igualmente por todos, mas a competição entre eles parece insuperável.As pessoas dizem que "irmão é assim mesmo". Mas pode ser diferente. Como ensiná-los a ouvir um ao outro, a respeitar as diferenças e a encontrar formas de resolver em harmonia as dificuldades naturais? Confira:
Admita os sentimentos negativos que um irmão tem pelo outro
O ciúme é inevitável. Mas tentamos reprimi-lo com comentários do tipo "Não fale assim, ela é sua irmã e você tem que gostar dela" ou "Vocês precisam ser amigos". Proibir a manifestação do ciúme não é boa solução, pois o sentimento pode reaparecer como problema físico ou emocional. Ajude seus filhos a entender o que estão vivendo, especificando seus sentimentos. A criança precisa expressar queixas, reclamações e desejos sobre os irmãos sem que isso coloque em risco o amor dos pais por ela.
Ajude seu filho a expressar os sentimentos hostis
Controle os comportamentos violentos. Mostre-lhe como descarregar os sentimentos de raiva com palavras, desenhos ou alternativas que não sejam a força física. Sugira que ele procure encontrar outras formas de convencimento: "Use as palavras e não a força. Diga ao seu irmão que você não quer que ele brinque com seus blocos", ou ainda "Que tal escrever um aviso dizendo para ele não mexer no seu armário?"
Evite fazer comparações favoráveis ou desfavoráveis
Elas aumentam a rivalidade. Em vez de dizer "Por que você não guarda sua roupa, como seu irmão?", descreva o comportamento desejado: "Estou vendo um casaco no chão, que precisa ser guardado".
Lembre-se: cada criança merece tratamento próprio
Atenda às necessidades de cada um de seus filhos, sem tentar fazer tudo igual para todos. Pergunte "Você quer algumas uvas ou um cacho inteiro?" em lugar de "Aqui estão dez uvas, a mesma quantidade que dei à sua irmã". Ou "Sua irmã precisa de ajuda na lição. Assim que terminar eu ajudo você" e não "Eu fiquei 20 minutos com sua irmã e agora vou ficar o mesmo tempo com você".