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sábado, 9 de abril de 2011

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"Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis e
esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas quando
nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
"quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só pra escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso.
Já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial!
Mas vivi! E ainda vivo!
Não passo pela vida... e você
também não deveria passar.
Viva!!!
Bom mesmo é ir a luta com determinação,
abraçar a vida e viver com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é MUITO para ser insignificante."(Charles Chaplin)
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domingo, 3 de abril de 2011

O Sermão da montanha (*versão para educadores*)

Nem Cristo aguentaria ser um professor nos dias de hoje...


Naquele tempo, Jesus subiu a um monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Ele os preparava para serem os educadores capazes de transmitir a lição da Boa Nova a todos os homens.

Tomando a palavra, disse-lhes:
- "Em verdade, em verdade vos digo:
Felizes os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Felizes os misericordiosos, porque eles..."

Pedro o interrompeu:
- Mestre, vamos ter que saber isso de cor?

André perguntou:
- É pra copiar?

Filipe lamentou-se:
- Esqueci meu papiro!

Bartolomeu quis saber:
- Vai cair na prova?

João levantou a mão:
- Posso ir ao banheiro?

Judas Iscariotes resmungou:
- O que é que a gente vai ganhar com isso?

Judas Tadeu defendeu-se:
- Foi o outro Judas que perguntou!

Tomé questionou:
- Tem uma fórmula pra provar que isso tá certo?

Tiago Maior indagou:
- Vai valer nota?

Tiago Menor reclamou:
- Não ouvi nada, com esse grandão na minha frente.

Simão Zelote gritou, nervoso:
- Mas por que é que não dá logo a resposta e pronto!?

Mateus queixou-se:
- Eu não entendi nada, ninguém entendeu nada!

Um dos fariseus, que nunca tinha estado diante de uma multidão nem ensinado nada a ninguém, tomou a palavra e dirigiu-se a Jesus, dizendo:
- Isso que o senhor está fazendo é uma aula? Onde está o seu plano de curso e a avaliação diagnóstica? Quais são os objetivos gerais e específicos? Quais são as suas estratégias para recuperação dos conhecimentos prévios?

Caifás emendou:
- Fez uma programação que inclua os temas transversais e atividades integradoras com outras disciplinas? E os espaços para incluir os parâmetros curriculares gerais? Elaborou os conteúdos conceituais, processuais e atitudinais?

Pilatos, sentado lá no fundão, disse a Jesus:
- Quero ver as avaliações da primeira, segunda e terceira etapas e reservo-me o direito de, ao final, aumentar as notas dos seus discípulos para que se cumpram as promessas do Imperador de um ensino de qualidade. Nem pensar em números e estatísticas que coloquem em dúvida a eficácia do nosso projeto. E vê lá se não vai reprovar alguém! Lembre-se que você ainda não é professor titular...

"Dai-nos forças, Senhor, para aceitar com serenidade tudo o que não possa ser mudado.
Dai-nos coragem para mudar o que pode e deve ser mudado.
E dai-nos sabedoria para distinguir uma coisa da outra.
"

Pura realidade ...




FANTÁSTICA CARTA AO BRADESCO - NÃO DEIXE DE LER !!!!

Esta carta foi enviada ao Banco Bradesco, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras. Tenho que prestar reverência ao brasileiro(a) que, apesar de ser altamente explorado, ainda consegue manter o bom humor.

CARTA ABERTA AO BRADESCO

Senhores Diretores do Bradesco,

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma
pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua,
ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira,
ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários,
pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria,
feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.

Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de
que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de
combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo
do produto, até um pouquinho acima. Que tal?

Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores
concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a
seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro
me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do
pão, assim como, todo e qualquer serviço..

Além disso, me impõe taxas. Uma 'taxa de acesso ao pãozinho', outra
'taxa por guardar pão quentinho' e ainda uma 'taxa de abertura da
padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.

Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me
cobra o preço de mercado pelo pãozinho.

Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de crédito' - equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pãozinho', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.

Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.

Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma 'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura da padaria', pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como papagaios'. para liberar o 'papagaio', alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um 'por fora', que era devidamente embolsado.

Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.

Agora ao invés de um 'por fora' temos muitos 'por dentro'.
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$7,90 'para a manutenção da conta' semelhante àquela 'taxa pela existência da padaria na esquina da rua'.
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quentinho'.
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central..

Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.

Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..

Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, voces concordam o quanto são abusivas.!?!

ENTÃO ENVIEM A QUANTOS CONTATOS PUDEREM.
VAMOS VER SE MEXE COM A CABEÇA DE QUEM FEZ ESSAS LEIS PARA PENSAREM O QUANTO ESTÃO ERRADOS!!!

Já fiz minha parte enviando p/você. . .


Prof.ª Dr.ª Taís Helena Lacerda
Assessora da Pro-Reitoria Pos-Graduação, Pesquisa e Extensão
E-mail: tlacerda@unimep.br
Fone: (19) 3124-1605

Dizem que há na alma humana quatro gigantes ou emoções que acompanham a evolução do ser: o Medo, a Ira, o Dever e o Amor.

Dizem que há na alma humana quatro gigantes ou emoções que acompanham a evolução do ser: o Medo, a Ira, o Dever e o Amor.

Dizem que a energia que tais emoções são capazes de mobilizar no ser humano é tão grande que tudo que o Homem tenha feito, de bom ou de mal, sobre a Terra, deve ser atribuído a elas.

Três delas colocam obstáculos e apenas uma abre todas as portas.

As três criadoras de problemas chamam-se: MEDO, IRA e DEVER.

O MEDO é um gigante enraizado profundamente, que se alimenta da necessidade de preservar a vida diante do perigo, de nossas carências e sensação de desamparo, mas que se alia com a imaginação e cria neuroses que chegam a paralisar completamente a vida de uma pessoa.

A IRA é um gigante destrutivo, que se alimenta da reação normal de uma pessoa diante do medo, mas por ser normalmente abafado e recalcado acaba criando o ódio, que é uma raiva em conserva, podendo consumir uma pessoa por dentro até matá-la. A IRA é alimentada, em muitos casos, pela ambição humana em deter o poder, pela ânsia de domínio, de afirmação e expansão, aliadas ao grande medo de fracasso perante este desejo de potência.

A pessoa dominada pela IRA sente-se fora de si e projeta sua agressividade sobre algo ou alguém fora dela, num impulso destrutivo.

O DEVER é um gigante que entulha o caminho dos humanos com muitas obrigações, podendo esmagá-lo com tantas delas que até produz tédio e imobilidade. Ele está ligado à força repressiva originada por Leis, Costumes, Normas e Tradições rígidas.

O DEVER é alimentado por certos componentes, como o " princípio de ordem", o "sentimento de justiça" e a "necessidade de aprovação".

Quem poderia abrir todas as portas é o gigante AMOR, mas que pelas várias faces que pode adquirir, nem sempre leva à tão desejada libertação .

Muitos crêem, por exemplo, que o AMOR é, antes de tudo, uma atração, entretanto sua qualidade essencial é justamente a expansão.

O AMOR que liberta não pode estar ligado à possessividade, à simbiose, à tirania, ao abandono, à discórdia ou à vingança.

O AMOR que abre portas tem na arte do desapego a sua chave mestra e, assim, amansa a Ira, aplaca o Medo e equilibra a prática do Dever.

Ser Professor...

HOMENAGEM AOS PROFESSORES

Anita Garibaldi - Letra e música

A
Na beira da praia na longínqua Itália
E7 A
Anita contempla as ondas do mar
A7 D A7 D
A mão poderosa de louro pirata
E F#m E B/D# E7 E7(#5)
Levou-a pra longe da terra natal


A A7 D E7 A
(Anita morena da pele macia
A7 D E7 A
Amante de noite soldado de dia
A7 D E7 A
Um filho no braço no outro um fuzil
A7 D E7 A
Um filho no braço no outro um fuzil)

Guerreira farrapa guerreira uruguaia
E7 A
Guerreira italiana rolando na cama
A7 D A7 D
Guerreira farrapa guerreira uruguaia
E F#m E B/D# E7 E7(#5)
Nos braços de um homem com cheiro de mar

( )

Anita menina da verde laguna
E7 A
Mulher farroupilha legaste tua fibra
A7 D A7 D
Fizeste tuas filhas a todas mulheres
E F#m E B/D# E7 E7(#5)
A todas mulheres do sul do Brasil

( )
A7 D E7 A F A
Um filho no braço no outro um fuzil
A
Na beira da praia na longínqua Itália
E7 A
Anita contempla as ondas do mar
A7 D A7 D
A mão poderosa de louro pirata
E F#m E B/D# E7 E7(#5)
Levou-a pra longe da terra natal


A A7 D E7 A
(Anita morena da pele macia
A7 D E7 A
Amante de noite soldado de dia
A7 D E7 A
Um filho no braço no outro um fuzil
A7 D E7 A
Um filho no braço no outro um fuzil)

Guerreira farrapa guerreira uruguaia
E7 A
Guerreira italiana rolando na cama
A7 D A7 D
Guerreira farrapa guerreira uruguaia
E F#m E B/D# E7 E7(#5)
Nos braços de um homem com cheiro de mar

( )

Anita menina da verde laguna
E7 A
Mulher farroupilha legaste tua fibra
A7 D A7 D
Fizeste tuas filhas a todas mulheres
E F#m E B/D# E7 E7(#5)
A todas mulheres do sul do Brasil

( )
A7 D E7 A F A
Um filho no braço no outro um fuzil

twin baby boys have a conversation - OFFICIAL VIDEO

Amizade

Uma pequena história..
Era uma vez...


Uma ilha onde moravam todos os sentimentos
alegria, amizade, tristeza, sabedoria, amor, etc.
Um dia comunicaram aos moradores que esta ilha
seria inundada.
Apavorada a amizade cuidou para que todos os
sentimentos se salvassem.
Todos correram e pegaram os barquinhos para
chegar ao mais alto dos montes. Somente a
amizade não se apressou, ela queria ficar um
pouquinho mais com a ilha.
Quando já estava quase se afogando, se apressou
em pedir ajuda.
Estava vindo a vaidade, e ela disse: - Vaidade, me
leva com você? - não vai dar, você vai sujar o meu
barco novo!
Então passou a tristeza e a amizade perguntou se
poderia ir com ela: - Amizade, estou tão triste que
prefiro ir sozinha, disse a tristeza.
Passou então a alegria que estava tão alegre por
ter conseguido um barquinho que nem escutou o
chamado da amizade.
Já desesperada e achando que iria ficar só, a
amizade começou a chorar... então surgiu um
barquinho humilde com um velhinho e disse:
- Sobe amizade, que eu te levo!
A amizade sentiu uma alegria imensa que até
esqueceu de perguntar o nome do velhinho...
Chegando no alto do monte ela perguntou para a
sabedoria:
- Quem era aquele velhinho que me trouxe até
aqui?
- É o tempo!
- Mas porque o tempo me trouxe até aqui?
- Porque só o tempo é capaz de entender e
cultivar uma grande amizade!!!








sexta-feira, 1 de abril de 2011

VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA FAMÍLIA ??

Tropecei em um
estranho que passava e lhe pedi perdão.
Ele respondeu:
"desculpe-me, por favor;
também não a vi."
Fomos muito educados, seguimos nosso caminho e nos despedimos.

Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele. Imediatamente
gritei com ele;
ele se retirou sentido,
sem que eu notasse
quão dura que
lhe falei.

Ao me deitar Deus me disse suavemente: "Você tratou a um estranho de forma cortês, mas destratou o filho que você ama.
Vá a cozinha e irá encontrar umas flores no chão, perto da porta.
São as flores que ele cortou e te trouxe: rosa, amarela e azul.
Estava calado para te entregar, para fazer uma surpresa e você não viu as lágrimas que chegaram aos seus olhos..."

Me senti miserável e começei a chorar. Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:
"Acorde querido! Acorde!
Estas são as flores que você cortou para mim?"
Ele sorriu e disse:
"Eu as encontrei junto de uma árvore, e as cortei, porque são bonitas como você,
em especial a azul."

Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você.

Ele respondeu:
"está bem mamãe, te amo de todas as formas."
Eu também te amo e adorei as flores,
especialmente a azul....

Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. Porém, a Família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.

Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa Família.
Será que não é uma inversão pouco inteligente?

Então, que há detrás desta história?

Você sabe o significado de Família em inglês?

F A M I L Y:
"Father And Mother ILove You"
(Papai e Mamãe, eu os amo)

Maquina do Tempo de Novo Episodio 9 (02/08/09) Turma da Mônica nova temp...

Autismo

Dia Mundial da Conscientização pelo Autismo

domingo, 27 de março de 2011

Felicidade realista - Martha Medeiros



A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário,queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode, ou não, ser sinônimo de felicidade.

Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.

A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.

Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade...

MENSAGEM CRIATIVA DE UMA ESCOLA DA CALIFÓRNIA

Esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica.
A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Eis a mensagem gravada:

- Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.
- Para insultar os professores - tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.
- Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!"

REPASSE PRA UM AMIGO PROFESSOR OU PROFESSORA DE SUA LISTA,
PODE SER QUE QUEIRA FAZER A MESMA COISA QUE A ESCOLA DA CALIFÓRNIA FEZ.





"O melhor de ser professor é nunca deixar de ser aluno."

POR QUE ENSINAR VALORES? (Celso Antunes)

Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la. Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada. As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas. Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo, “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido. Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.
Os valores não são como habitualmente se pensa atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais. Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. “Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos que é importante ensinar valores.
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.

Abraços.

sexta-feira, 25 de março de 2011

*Professores da rede pública sofrem com Síndrome de Burnout*



*Publicado em agosto 11, 2010 por HC

Hoje o trabalho do professor é muito estressante, muito estressante: meu
sofrimento é o meu trabalho. É com esta frase, proferida por uma professora
do Ensino Fundamental de João Pessoa, que a psicóloga Jaqueline Brito,
começa a sua tese em saúde pública Síndrome de Burnout em professores do
Ensino Fundamental: um problema de saúde pública não percebido.
Desenvolvido na Fiocruz Pernambuco, o estudo trata desta forma de
adoecimento que vem acometendo os docentes da rede pública de ensino da
capital da Paraíba, mas que certamente pode ser estendida a muitos outros
professores no país. O estudo verificou que 23,4% dos professores do nível
Fundamental apresentaram alto nível de despersonalização, 55,5 % alto nível
de exaustão emocional e 85,7% alto nível de realização pessoal no trabalho.
Este último percentual, embora pareça contraditório é na verdade uma
característica da Síndrome. As pessoas não atribuem ao trabalho a razão da
sua estafa física e emocional.
Jaqueline explica que burnout é um termo resultante de uma composição da
língua inglesa: burn, que significa queima, e out, que significa exterior e
diz respeito à pessoa que, devido a esse tipo de estresse ligado a atividade
profissional, geralmente “pessoas que trabalham com pessoas” – consome-se
física e emocionalmente. Três dimensões caracterizam bem a síndrome de
burnout: uma é a exaustão emocional. Falta à pessoa energia e entusiasmo
para desenvolver o seu trabalho, o seu sentimento é de esgotamento. “Um
sintoma comum nesta fase é certo temor em voltar ao trabalho no dia
seguinte”, explica Jaqueline.
Outra dimensão da síndrome é a despersonalização. Nela, o profissional passa
a tratar os alunos, colegas e a escola de forma distante e impessoal, seu
vínculo afetivo é substituído por um vínculo racional. “Estas pessoas são
vistas pelos colegas de trabalho como uma pessoa fria, desumana devido ao
seu endurecimento afetivo”, diz a pesquisadora. A terceira dimensão da
síndrome é a baixa realização no trabalho. Nesta fase o trabalhador costuma
se auto-avaliar de forma negativa, não fica satisfeito com seu
desenvolvimento profissional e experimenta um sentimento de incompetência e
fracasso.
Segundo a psicóloga, o quadro apresentado na pesquisa se deve a fatores
sociais, ambientais e pessoais, sempre relacionados ao trabalho. O que pode
ser feito para reverter a situação é considerar os aspectos da realidade do
professor, que inclui, por exemplo, gestores, alunos, família dos alunos,
família dos professores e colegas de trabalho. Também é possível desenvolver
medidas com o objetivo de minimizar as consequências das inadequações de
conforto ambiental das salas de aula na saúde dos professores, além de
construir um serviço multidisciplinar de atenção à saúde do professor, com
metodologia de trabalho e ausculta individual e coletiva, que promova a
proteção e a recuperação da saúde dos professores. Outra ação é incluir a
participação dos professores em programas de combate ao stress, entre
outros.
Para o estudo sobre a ocorrência da Síndrome de Burnout entre os professores
paraibanos, a pesquisadora avaliou uma amostra de 265 docentes – de um
universo de 959 – que ensinam na primeira fase do ensino fundamental, nos
polos que compõem as três Regiões da Secretaria de Educação de João Pessoa.
Os docentes selecionados atuam em 18 escolas, que foram escolhidas por
sorteio.
A maioria dos entrevistados é do sexo feminino (90,9%), com idade média de
43 anos e meio e com mais de 10 anos de atuação no magistério. A maioria
(72,5%) tem nível de escolaridade superior e 67,6% trabalha 40 horas
semanais ou mais. No estudo, foram considerados aspectos relacionados à
saúde mental dos professores, diferenças de gênero na categoria docente e
conforto ambiental da sala de aula, por meio de uma triangulação de métodos.
Médicos do trabalho desconhecem a doença
Desde 1999 a Síndrome de Burnout consta na legislação trabalhista brasileira
como uma doença do trabalho. No entanto, Jaqueline Brito demonstra em sua
tese que é grande o desconhecimento por parte dos médicos peritos que hoje
atuam na Junta Médica de João Pessoa. Setenta e cinco por cento desses
profissionais disseram não conhecer a Síndrome de Burnout nem a portaria que
a inclui como doença do trabalho. Nenhum perito recebeu treinamento para
lidar com a doença em sua prática profissional, nem tampouco afastou algum
professor do seu trabalho em decorrência da doença.
Reportagem de Rita Vasconcelos, da Agência Fiocruz de Notícias, publicada
pelo EcoDebate, 11/08/2010

quarta-feira, 23 de março de 2011

PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO !!!!! Jô Soares

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

domingo, 20 de março de 2011

Para refletir

Um menino vivia dizendo a respeito de um colega:
-Desejo tudo de ruim para ele. Quero matar esse cara!
Seu pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar;
- O Juca me humilhou na frente dos meu...s amigos. Não aceito isso! Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão, Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o, acompanhou calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é ser colega, Juca, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos â obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.

O pai que espiava tudo de longe se aproximava do menino e lhe pergunta:
-Filho, como está se sentindo agora?
-Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
-Venha comigo até o quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou: mas, olhe só para você. O mal que desejamos aos ouros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
*Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
*Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
*Cuidado com suas ações; elas se transformam em hábitos.
*Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
*Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino.


autor desconecido