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domingo, 27 de março de 2011

Felicidade realista - Martha Medeiros



A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário,queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode, ou não, ser sinônimo de felicidade.

Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.

A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.

Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade...

MENSAGEM CRIATIVA DE UMA ESCOLA DA CALIFÓRNIA

Esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica.
A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Eis a mensagem gravada:

- Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.
- Para insultar os professores - tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.
- Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!"

REPASSE PRA UM AMIGO PROFESSOR OU PROFESSORA DE SUA LISTA,
PODE SER QUE QUEIRA FAZER A MESMA COISA QUE A ESCOLA DA CALIFÓRNIA FEZ.





"O melhor de ser professor é nunca deixar de ser aluno."

POR QUE ENSINAR VALORES? (Celso Antunes)

Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la. Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada. As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas. Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo, “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido. Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.
Os valores não são como habitualmente se pensa atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais. Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. “Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos que é importante ensinar valores.
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.

Abraços.

sexta-feira, 25 de março de 2011

*Professores da rede pública sofrem com Síndrome de Burnout*



*Publicado em agosto 11, 2010 por HC

Hoje o trabalho do professor é muito estressante, muito estressante: meu
sofrimento é o meu trabalho. É com esta frase, proferida por uma professora
do Ensino Fundamental de João Pessoa, que a psicóloga Jaqueline Brito,
começa a sua tese em saúde pública Síndrome de Burnout em professores do
Ensino Fundamental: um problema de saúde pública não percebido.
Desenvolvido na Fiocruz Pernambuco, o estudo trata desta forma de
adoecimento que vem acometendo os docentes da rede pública de ensino da
capital da Paraíba, mas que certamente pode ser estendida a muitos outros
professores no país. O estudo verificou que 23,4% dos professores do nível
Fundamental apresentaram alto nível de despersonalização, 55,5 % alto nível
de exaustão emocional e 85,7% alto nível de realização pessoal no trabalho.
Este último percentual, embora pareça contraditório é na verdade uma
característica da Síndrome. As pessoas não atribuem ao trabalho a razão da
sua estafa física e emocional.
Jaqueline explica que burnout é um termo resultante de uma composição da
língua inglesa: burn, que significa queima, e out, que significa exterior e
diz respeito à pessoa que, devido a esse tipo de estresse ligado a atividade
profissional, geralmente “pessoas que trabalham com pessoas” – consome-se
física e emocionalmente. Três dimensões caracterizam bem a síndrome de
burnout: uma é a exaustão emocional. Falta à pessoa energia e entusiasmo
para desenvolver o seu trabalho, o seu sentimento é de esgotamento. “Um
sintoma comum nesta fase é certo temor em voltar ao trabalho no dia
seguinte”, explica Jaqueline.
Outra dimensão da síndrome é a despersonalização. Nela, o profissional passa
a tratar os alunos, colegas e a escola de forma distante e impessoal, seu
vínculo afetivo é substituído por um vínculo racional. “Estas pessoas são
vistas pelos colegas de trabalho como uma pessoa fria, desumana devido ao
seu endurecimento afetivo”, diz a pesquisadora. A terceira dimensão da
síndrome é a baixa realização no trabalho. Nesta fase o trabalhador costuma
se auto-avaliar de forma negativa, não fica satisfeito com seu
desenvolvimento profissional e experimenta um sentimento de incompetência e
fracasso.
Segundo a psicóloga, o quadro apresentado na pesquisa se deve a fatores
sociais, ambientais e pessoais, sempre relacionados ao trabalho. O que pode
ser feito para reverter a situação é considerar os aspectos da realidade do
professor, que inclui, por exemplo, gestores, alunos, família dos alunos,
família dos professores e colegas de trabalho. Também é possível desenvolver
medidas com o objetivo de minimizar as consequências das inadequações de
conforto ambiental das salas de aula na saúde dos professores, além de
construir um serviço multidisciplinar de atenção à saúde do professor, com
metodologia de trabalho e ausculta individual e coletiva, que promova a
proteção e a recuperação da saúde dos professores. Outra ação é incluir a
participação dos professores em programas de combate ao stress, entre
outros.
Para o estudo sobre a ocorrência da Síndrome de Burnout entre os professores
paraibanos, a pesquisadora avaliou uma amostra de 265 docentes – de um
universo de 959 – que ensinam na primeira fase do ensino fundamental, nos
polos que compõem as três Regiões da Secretaria de Educação de João Pessoa.
Os docentes selecionados atuam em 18 escolas, que foram escolhidas por
sorteio.
A maioria dos entrevistados é do sexo feminino (90,9%), com idade média de
43 anos e meio e com mais de 10 anos de atuação no magistério. A maioria
(72,5%) tem nível de escolaridade superior e 67,6% trabalha 40 horas
semanais ou mais. No estudo, foram considerados aspectos relacionados à
saúde mental dos professores, diferenças de gênero na categoria docente e
conforto ambiental da sala de aula, por meio de uma triangulação de métodos.
Médicos do trabalho desconhecem a doença
Desde 1999 a Síndrome de Burnout consta na legislação trabalhista brasileira
como uma doença do trabalho. No entanto, Jaqueline Brito demonstra em sua
tese que é grande o desconhecimento por parte dos médicos peritos que hoje
atuam na Junta Médica de João Pessoa. Setenta e cinco por cento desses
profissionais disseram não conhecer a Síndrome de Burnout nem a portaria que
a inclui como doença do trabalho. Nenhum perito recebeu treinamento para
lidar com a doença em sua prática profissional, nem tampouco afastou algum
professor do seu trabalho em decorrência da doença.
Reportagem de Rita Vasconcelos, da Agência Fiocruz de Notícias, publicada
pelo EcoDebate, 11/08/2010

quarta-feira, 23 de março de 2011

PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO !!!!! Jô Soares

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Precisa faltar, é um 'turista'.
Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu 'mole'.

É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

domingo, 20 de março de 2011

Para refletir

Um menino vivia dizendo a respeito de um colega:
-Desejo tudo de ruim para ele. Quero matar esse cara!
Seu pai, um homem simples, mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar;
- O Juca me humilhou na frente dos meu...s amigos. Não aceito isso! Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão, Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o, acompanhou calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é ser colega, Juca, e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos â obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.

O pai que espiava tudo de longe se aproximava do menino e lhe pergunta:
-Filho, como está se sentindo agora?
-Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
-Venha comigo até o quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou: mas, olhe só para você. O mal que desejamos aos ouros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
*Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
*Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
*Cuidado com suas ações; elas se transformam em hábitos.
*Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
*Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino.


autor desconecido

sábado, 19 de março de 2011

Dirty Dancing - Time of my Life (Final Dance) - High Quality

Ragatanga

VOCE NASCEU PRA MIM

PS EU TE AMO

Nando Reis e Os Infernais - Você pediu e eu já vou daqui

Tocando em Frente - Maria Bethânia.

brincar na educação infantil

quarta-feira, 9 de março de 2011

EL DELFIN AZUL

Se

Se és capaz de manter a tua calma quando todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa;

De crer em ti quando estão todos duvidando, e para esses no entanto achar uma desculpa;

Se és capaz de esperar sem te desesperares, ou enganado, não mentir ao mentiroso,

Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares, e não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires;

De sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores;

Se encontrando a desgraça e o triunfo, conseguires tratar da mesma forma a esses dois impostores;

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas em armadilhas as verdades que disseste,

E as coisas, porque deste a vida, estraçalhadas, e refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada tudo o quanto ganhaste em toda a tua vida,

E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, resignado, tornar ao ponto de partida;

De forçar coração, nervos, músculos, tudo a dar seja o que for que neles ainda existe,

E a persistir assim quando, exaustos, contudo resta a VONTADE em ti que ainda ordena: "Persiste!"

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes e entre Reis, não perder a naturalidade,

E de amigos, quer bons, quer maus, te defendereres, se a todos pode ser de alguma utilidade;

E se és capaz de dar, segundo por segundo, ao minuto fatal que todo o valor e brilho,

Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo. E - o que mais - tu serás um Homem, óh meu filho.

Rudyard Kipling